Alexandre Meireles, Funcionário da Faculdade SENAI-CETQT, após ser surpreendido com o filho de 8 anos numa crise convulsiva, até então por ele desconhecida, recebeu o diagnóstico de epilepsia de difícil controle, ficando internado na UTI dois meses e meio. 
Passou por grandes problemas de toda ordem, mas, como pai amoroso, buscou forças até então desconhecidas e lutou pela vida do filho, que hoje, após uma cirurgia para colocação de um pequeno aparelho que envia impulsos elétricos ao nervo vago esquerdo, localizado no pescoço, estimulando o cérebro, além do controle medicamentoso e uma dieta específica, encontra-se com as crises bem mais controladas. 

Alexandre, agora ciente de toda a problemática acarretada pela epilepsia não só à sua família, mas aos mais de 320 mil pessoas com epilepsia no Estado do Rio de Janeiro, com um total no Brasil de 3 milhões resolveu arregaçar as mangas e lutar por melhores condições de vida social para seu filho e para todos aqueles que sofriam com o preconceito e com a discriminação exercida sobre os portadores da enfermidade. 


Surge, então, o Grupo no Facebook Quebra do preconceito - Epilepsia: Familiares, Amigos e Pacientes, que, com pouco tempo de existência, já agrega mais de 26 mil pessoas, que discutem, informam-se e se solidarizam com os problemas do outro. O grupo tem o compromisso de veicular informação científico sobre descobertas na área da neurologia, com foco na epilepsia; promover debates e trocas de experiência, atividade de extrema importância no caso de uma enfermidade incurável e, não poucas vezes, de difícil controle; estabelecer parcerias com laboratórios e farmácias para a aquisição de medicamentos mais baratos. Visite no Facebook https://www.facebook.com/groups/quebrapreconceitoepilepsia/

O Quebra do Preconceito conclama a todos os que lutam há anos contra a discriminação de todas as formas, para unirmo-nos nessa corrente cada vez mais forte. Só a união será capaz de acabar com o preconceito no mundo.

A busca por melhor qualidade de vida para os pacientes já diagnosticados e para aqueles que ainda não o foram norteiam as ações pretendidas neste projeto.

 

Sobre Nós

Hoje, há um espaço crescente para a divulgação científica na mídia em geral, especialmente na área de saúde. Fruto tanto do esforço de pesquisadores em levar conhecimento a um público mais amplo quanto da busca por especialização pelos profissionais de imprensa, a divulgação na área de saúde pode influenciar comportamentos e trazer benefícios para a sociedade. Entretanto, apesar do crescimento da circulação de informações e do engajamento dos divulgadores, recentes pesquisas de percepção pública da ciência revelam que, embora a maioria do público brasileiro afirme consumir ocasionalmente informações sobre ciência e tecnologia, é ainda maior a parcela que se diz pouco ou nada informada, no que se refere à ciência e tecnologia.

 

Quando se trata de um tema específico, dentro do amplo leque de informações que circulam sobre saúde, como é o caso da epilepsia, a desinformação pode ser ainda maior.

 Não causaria espanto se uma pesquisa de percepção pública revelasse ser pequena a parcela da população com o seguinte conhecimento: “a epilepsia é a condição neurológica grave de maior prevalência no mundo”; “ela acomete 1% da população, ou seja, 70 milhões de pessoas em todo o planeta”; e “a cada ano somam-se aproximadamente três milhões de casos novos”.

Porém, não se pode tratar esse tipo de desinformação meramente como um déficit de conhecimento do público a ser sanado através da alfabetização científica, modelo autoritário de divulgação da ciência já bastante criticado na literatura internacional.

 Assim como no caso do aprendizado da escrita de uma língua, há uma diferença significativa entre o mero domínio dessa ferramenta proporcionado pela alfabetização e seu efetivo uso em práticas sociais através do letramento, seria mais apropriado o divulgador pensar em um letramento científico voltado para os usos sociais da informação e do conhecimento em ciência por parte do público.

 

No caso da epilepsia, em particular, uma informação considerada fundamental no meio científico é a de que há tratamento pela medicina tradicional.

 De acordo com Min & Sander, “as crenças e mitos que envolvem a epilepsia parecem ser a regra na comunidade. Muitos ainda acreditam em possessão demoníaca como a explicação para epilepsia” e, segundo os autores, buscam tratamentos “que incluem o exorcismo e simpatias”. Um dos impactos sociais disso, para Min & Sander, é que esse tipo de crença “tem contribuído na perpetuação da estigmatização, uma triste realidade que desclassifica e exclui os indivíduos com epilepsia e seus familiares da sociedade”.

 

Nós do Quebra do Preconceito – Epilepsia: Familiares, Amigos e Pacientes objetivamos a divulgação de informações relevantes à comunidade em geral, por meio de palestras e espetáculos teatrais em instituições de ensino fundamental, médio e superior, e, também, em empresas públicas e privadas, eventos presenciais e virtuais ou em qualquer ambiente de grande concentração de pessoas.

 Pretendemos estabelecer uma prática educativa, sensibilizando o público em geral para as questões relacionadas à epilepsia e suas conseqüências nos diversos âmbitos sociais.



 

Uma sugestão de nosso grupo do Quebra do Preconceito Epilepsia Familiares Amigos e Pacientes
Essa ideia é para pessoas com Epilepsia ou outros sintomas neurológicos.
Uma plaquinha identificadora ou um chaveiro, com nome e telefones grafados para facilitar as pessoas na rua quando forem socorre. Assim podem entrar em contato com os familiares ou o médico da família.
Segue abaixo o endereço no Rio de janeiro de onde se encontra a placa; chaveiros e a gravação, que é feita na hora.
Rua da Conceição, 66 B – Centro –Rio de Janeiro - CEP 20051-010.
Tel.: (021) 2242-5665 – telefax: (021) 2232-0047
e-mal: rrgravaçoes@terra.com.br

PROJETO: Quebrando Preconceitos, Libertando Consciências

  

É com muito orgulho que estamos divulgando este livro de nosso coordenador Geraldo da Costa, do Quebra do Preconceito Epilepsia Familiares Amigos e Pacientes.
Livro: DOSTOIÉVSKI e EU:
A EPILEPSIA em NOSSAS VIDAS
2ª Edição
Mensagem:
... Geraldo Da Costa Araújo Filho objetiva com essa obra clarear um pouco o caminho das pessoas com epilepsia, levar informações, diminuir o preconceito e plantar nos corações e mentes das pessoas a semente da solidariedade, da compreensão e do respeito. Sentimentos tão humanos.
(Geraldo da Costa)
www.epilepisiabrasil.org/abe
Associação Brasileira de Epilepsia – Capítulo – ABE-PI
Rua Magalhães Filho, 152 - Centro / Sul – Centro Integrado de Saúde Lineu Araújo.
Fone (86) 3215-9126 – Teresina – PI
Endereço eletrônico do autor: geraldofilho.pi@hotmail.com